Um professor da faculdade.
Eu ja era bem bonita com seios medios e uma bunda grande mas me destacava mesmo era pelo meu rosto era muito bonita olhos azuis e cabelo castanho claro.
Quando entrei na facul um professor novo marcos, ele era até que bonitinho e era bem legal ele sempra falava pra mim que quando eu acabasse a facul ele ia casar comigoo e tal mas na brincadeira é claro.
As vezes eu pegava ele olhando pra minha bunda e via que ele tinha desejo por mim.
Bom sendo assim como na facul não exigia uniforme eu começei a ir mais provocante na aula dele com uma sainha ou um short bem apertado e com uma blusa que valorizava meus peitos.
Eu estudava a noite e a aula dele era a ultima acabava sa 23:30 .
Um dia eu estava mais bonita que nunca pois eu ia pra balada depois da aula e a roupa era provocante. Vi que a hora que ele entrou na sala logo olhou pra mim e mordeu o labio.
A aula toda ficamos trocando olhares, quando a aula acabou eu fui ao banheiro para me arrumar e minahs amigas foram indo para a balada.
Quando eu estava me arrumando ele chega com uma cara de safado, e vem pra cima de mim ja pega no meu peito e encosta seu pau mais que duro na minha buceta que ficou toda molhada nessa hora pois ele ficou se esfregando em mim.
Depois ele me virou de frente e disse
- Garota eu sei que vc vem com essa roupas pra me provocar mas hje tá demais num vo aguenta menina.
e eu como se fosse inocente falei
- Magina fessor é só o tipo de roupa que eu uso não é pra te provocar
disse isso com uam carinha de inocente
mas ele disse
- a garotaa vse não me escapa hje eu vo te come. não dá mais .
como eu não precisava ir ceod pra casa akel dia eu disse
- áa fesorsinho vse quer me comer aki no banheiro vamos pra um lugar melhor ?!
ele falou pra gente ir pro carro dele então que ele ia me levar pra casa dele.
e eu respondi tá mas que eu tinha que voltar pra casa antes das 5.
E elee todo safado disse :
- humm dá pra gente fuder bastante em 5 horas vem vamos nã oquero perder tempo vse ja me provocou demais.
Segui ele até o caroo e fomos pra casa dele no carro ele conversou comigo que ja não aguentava mais de tanta tesão pela minah buceta. e que ele queria sentir lá dentro.
eu ja não era mais virgem mas meru rabinho era e eu dise isso a ele
Ele falou pra mim não me preocupar que ele ia com carinho.
Bom então eu sedi e falei que tudo bem mas só se ele dechasse eu fazer uma coisa com ele e ele deixou.
Depois no carro não conversamos mais só fomos trocando carinhos ele passava a mão pelo meu corpo e eu só gemia .
Quando chegamos ele me levou pro quarto falou pra mim ir tirando a roupra que ele ia pegar uma coisa.
Tirei minha roupa bem devagar ficando só de calcinah que era um fiu dental e deitei na cama.
Quando ele volto u vei com um vidrinho na mão e eu pegutnei iqee era isso ele disse que era pra quando ele enfiasse no meu cuzinho pra não doer tanto.
Ele tirou a roupa e deitou na cama só de boxer
Eu subi em cima dele nisso tirado a boxer dele.
Na hora que vi akele pau delirei era o maioor cacete que eu ja tinha visto começei a bater uma punheta, minha calcinha ja estava mais que molhada e ele tinha tirado ela.
Comecei a sentar no pau dele mas sem enfiar só colocando na entrada passando mas nunca colocadno ele disse que queria assumir o controle então eu deitei de perna aberta pra ele.
Ele foi chupando meus seios e descendo quendo chegou na minha vagina molhada e começou a lambe-la eu rebolava na sua boca descontroladamente quendo ele começou a enfiar a lingua ai eu gritei pqe era muito prazerozo quendo ele subiu ate minah boca e me beijou.
Ai foi a vez dele de me torturar ele só passava o pau na minha entrada mas não colocava e uam hora eu gemi e acho que el não aguentou enfiou com tudo e começou a bombar lentamente mas fundo, quando disse pra ele acelerar o ritimo ele acelerou bombava e estocava forte e fundo quando eu gemia demais e cheguei ao orgasmo ele falou que ia gozar e tirou o pau e falou que queria que eu chupasse e engolisse todo sue leitinho eu o fiz colokei akele enorme pau na boca e comçeia chupar eu chupava rapido e de vez em quando tirava da boca e passada a lingua na ponta coloquei na boca de novo e le gozou eu senti todo akele leitinho quente na minah boca e engoli tudo ai que delicia muito bom.
Depois disso descansamos um poko ele disse que agora queria meu rabinho virgem e temi mas aceitei ele me colocou de 4 e colocou algo gelado no meu rabinho eu pergutnei oqe era e ele disse que era pra mim naõ sentir tanta dor e prazer tambem.
Quando ele passou o pau pela minha vagina e colocou na porta do meu rabinho eu temi por que sabia que ia doer ele pergutnou se eu tava pronta eeu disse que sim e ele enfoi rapido abrindo meu rabo eu gritei de dor o som ecoou pela casa vazia e ele começou a estocar e a dor foi dando ligara ao prazer logo eu não sentia mais dor só prazer e susurei pra ele isso é bom mas eu queria voce aki na frente tembem pois eu estava muito exicata e minha vagina estava vazia sem ele lá.
Ele começou a estimular meu clitolis e ele gozou no meu rabinho e eu na mão dele.
Ele tirou o cacete e passou uma toalha ele disse pra mim não ficar assustada porque na primeira vez sangra mesmo então relachei e deitamos na cama quando era 4:30 lembrei que tinah que ir pra casa e ele me levou
Depois dessa noite repetimos de novo mas isso eu conto depois
CONTOS ERÓTICOS
Conselhos de amor e fantasias histórias de amor e contos eróticos e picante etc...
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Vicio louco de dá o cú
Eu que não era muito de fazer sexo anal, depois que o Edu arrombou meu cu com o pepino ficava excitada só de imaginar uma pica no rabo.Uma sexta feira ele veio cedo na minha casa disse que a mãe dele iria viajar as 15:00h e que ele me ligaria para eu ir para lá. Nisso me entregou um pacote e disse que antes de eu ir para a casa dele era para fazer uma lavagem anal que teríamos surpresas.
Não questionei o pedido e por volta das 14:00h comecei a me preparar, fiz a lavagem, tomei um banho, coloquei um vestido justo sem calcinha e fiquei esperando ele me ligar. Quando o telefone tocou eu já estava prontinha para sair.
Quando cheguei na casa do Edu, subi direto para o quarto dele e começamos a nos agarrar. Ele perguntou se eu tinha feito o que ele tinha pedido, eu disse que sim.
Então eu me abaixei e tirei o pau dele para fora do short e comecei a mamar aquela pica gostosa, ele então foi tirando o meu vestido, me jogou na cama e meteu bem gostoso aquela rola na minha buceta que estava toda encharcada de T, não demorou muito e eu gozei. Depois me mandou ficar de 4 e foi enterrando a cabeça do pau no meu rabinho, e mandava eu abrir bem a bunda que ele gostava de sentir quando eu estava bem arrombada e bem fudida. Ele tirava quase que a pica toda e depois tornava a enterrar no meu cuzinho, cada vez que ele fazia isso eu urrava de T. Quando gozei pela segunda vez ele tirou o pau do meu cu e disse que agora ia começar a surpresa.
Mandou que eu me deitasse de bruços e encheu o meu anelzinho de creme, primeiro enfiou um dedo no meu cu e perguntou se eu estava gostando, eu disse que sim, nisso ele enfiou o segundo dedo, depois o terceiro e perguntou se eu estava aguentando eu disse que sim. Então ele disse que ia meter o quarto dedo no meu rabo, eu quase fui à loucura de tanto T e rebolava cada vez mais. Nisso ele disse que ia enfiar a mão inteira no meu cu, eu disse que não era possível, que eu não ia aguentar, então ele tirou os dedos e começou a passar um gel, quando eu perguntei o que era ele disse que era um anestésico para não doer. Eu disse que não tinha anestésico que fizesse uma mão inteira entrar no meu cu, ele riu e disse que pelo menos ia tentar.
Então ele meteu o pau no meu cu e disse que logo logo eu ia estar bem arrombada, isso apesar de me assustar me excitou. Então ele tirou o pau e meteu logo 3 dedos no meu cu, eu que estava super excitada comecei a rebolar e pedir mais. Nisso ele meteu o quarto dedo e começou a me chamar de puta arrombada viciada em dar o cu, que ele ia acabar com todas as minhas pregas e que depois eu ia voltar e pedir mais, que depois que eu tinha tomado pepino no cu eu vivia como uma cadela querendo sempre uma rola no cu.
Então ele pediu para eu segurar a bunda, abrindo bem que ele ia enfiar o dedo que estava faltando, eu tentei abrir ao máximo mas eu tinha a sensação que nem com todo anestésico do mundo ia conseguir entrar. Ele começou a forçar e mandar eu relaxar, disse que estava sentindo meu cuzinho se abrir todo, nisso senti uma dor alucinante e pedi para ele parar, ele disse que eu tinha sentido era a mão dele que tinha entrado no meu rabo, eu implorei para ele tirar, mas ele disse que ia ficar paradinho até meu cu se acostumar. Pensei que ia desmaiar de tanta dor no cu, nisso ele com a outra mão foi enchendo de anestésico em volta do meu anelzinho, dizendo que era para relaxar, que a mão toda já estava dentro e que ele não ia tirar até sentir eu gozando pelo cu.
Tentei fugir, mas de bruços e com a mão dele enterrada no meu cu eu não conseguia muita coisa. Então comecei a tocar uma siririca e nisso começou a ficar bom, ele vendo que eu já não reclamava tanto começou com um movimento bem devagar de vai-e-vem e começou a dizer que eu era a putinha arrombada dele, que depois disso não ia ter pica que me satisfizesse. Ele continuou a fuder meu cu bem devagar e eu comecei a rebolar enquanto tocava a siririca, nessa hora explodi num gozo louco que parecia que o mundo ia acabar naquele instante. Ele esperou que eu relaxasse o corpo e foi tirando bem devagar a mão do meu cu e logo em seguida começou a bombar com o pau no meu cu que de tão arrombado que estava eu quase nem sentia o pau dele. Não demorou muito para ele encher de leite meu cuzinho, quando ele tirou o pau eu senti o cu todo aberto e então ele com um dedo de cada mão foi arreganhando meu cu e dizendo que no dia seguinte a mãe dele ainda não estaria em casa que era para eu voltar que ele queria ver se a putinha dele continuava arrombada.
Não questionei o pedido e por volta das 14:00h comecei a me preparar, fiz a lavagem, tomei um banho, coloquei um vestido justo sem calcinha e fiquei esperando ele me ligar. Quando o telefone tocou eu já estava prontinha para sair.
Quando cheguei na casa do Edu, subi direto para o quarto dele e começamos a nos agarrar. Ele perguntou se eu tinha feito o que ele tinha pedido, eu disse que sim.
Então eu me abaixei e tirei o pau dele para fora do short e comecei a mamar aquela pica gostosa, ele então foi tirando o meu vestido, me jogou na cama e meteu bem gostoso aquela rola na minha buceta que estava toda encharcada de T, não demorou muito e eu gozei. Depois me mandou ficar de 4 e foi enterrando a cabeça do pau no meu rabinho, e mandava eu abrir bem a bunda que ele gostava de sentir quando eu estava bem arrombada e bem fudida. Ele tirava quase que a pica toda e depois tornava a enterrar no meu cuzinho, cada vez que ele fazia isso eu urrava de T. Quando gozei pela segunda vez ele tirou o pau do meu cu e disse que agora ia começar a surpresa.
Mandou que eu me deitasse de bruços e encheu o meu anelzinho de creme, primeiro enfiou um dedo no meu cu e perguntou se eu estava gostando, eu disse que sim, nisso ele enfiou o segundo dedo, depois o terceiro e perguntou se eu estava aguentando eu disse que sim. Então ele disse que ia meter o quarto dedo no meu rabo, eu quase fui à loucura de tanto T e rebolava cada vez mais. Nisso ele disse que ia enfiar a mão inteira no meu cu, eu disse que não era possível, que eu não ia aguentar, então ele tirou os dedos e começou a passar um gel, quando eu perguntei o que era ele disse que era um anestésico para não doer. Eu disse que não tinha anestésico que fizesse uma mão inteira entrar no meu cu, ele riu e disse que pelo menos ia tentar.
Então ele meteu o pau no meu cu e disse que logo logo eu ia estar bem arrombada, isso apesar de me assustar me excitou. Então ele tirou o pau e meteu logo 3 dedos no meu cu, eu que estava super excitada comecei a rebolar e pedir mais. Nisso ele meteu o quarto dedo e começou a me chamar de puta arrombada viciada em dar o cu, que ele ia acabar com todas as minhas pregas e que depois eu ia voltar e pedir mais, que depois que eu tinha tomado pepino no cu eu vivia como uma cadela querendo sempre uma rola no cu.
Então ele pediu para eu segurar a bunda, abrindo bem que ele ia enfiar o dedo que estava faltando, eu tentei abrir ao máximo mas eu tinha a sensação que nem com todo anestésico do mundo ia conseguir entrar. Ele começou a forçar e mandar eu relaxar, disse que estava sentindo meu cuzinho se abrir todo, nisso senti uma dor alucinante e pedi para ele parar, ele disse que eu tinha sentido era a mão dele que tinha entrado no meu rabo, eu implorei para ele tirar, mas ele disse que ia ficar paradinho até meu cu se acostumar. Pensei que ia desmaiar de tanta dor no cu, nisso ele com a outra mão foi enchendo de anestésico em volta do meu anelzinho, dizendo que era para relaxar, que a mão toda já estava dentro e que ele não ia tirar até sentir eu gozando pelo cu.
Tentei fugir, mas de bruços e com a mão dele enterrada no meu cu eu não conseguia muita coisa. Então comecei a tocar uma siririca e nisso começou a ficar bom, ele vendo que eu já não reclamava tanto começou com um movimento bem devagar de vai-e-vem e começou a dizer que eu era a putinha arrombada dele, que depois disso não ia ter pica que me satisfizesse. Ele continuou a fuder meu cu bem devagar e eu comecei a rebolar enquanto tocava a siririca, nessa hora explodi num gozo louco que parecia que o mundo ia acabar naquele instante. Ele esperou que eu relaxasse o corpo e foi tirando bem devagar a mão do meu cu e logo em seguida começou a bombar com o pau no meu cu que de tão arrombado que estava eu quase nem sentia o pau dele. Não demorou muito para ele encher de leite meu cuzinho, quando ele tirou o pau eu senti o cu todo aberto e então ele com um dedo de cada mão foi arreganhando meu cu e dizendo que no dia seguinte a mãe dele ainda não estaria em casa que era para eu voltar que ele queria ver se a putinha dele continuava arrombada.
Dei pro empregado de meu Macho...
Meu nome é Renata e sou casada com o Ricardo, dono de um mercadinho local. Eu e meu marido temos uma relação aberta somos bem liberais, adeptos do swing e menage, curtimos sexo em todo seu explendor sem falsos pudores ou preconceitos, portanto aqui não foi bem uma traição. Sou uma mulher feliz, dona de casa, loira, , e com a pele branquinha, típica descendente de alemães com seios fartos de bicos pontiagudos e mamilos rosados, coxas grossas e bem torneadas bundinha arrebitada, xoxotinha de lábios inchadinhos uma vasta cabeleira pubiana de pêlos loiros sedosos emoldurando-a. O Ricardo adora me vê sento devorada, comida, fodida por outro macho pauzudo principalmente negão.Certa manhã de sábado, já perto da hora do almoço, ele ligou avisando-me que após fechar o mercadinho, iria levar o Claudinho, um dos seus funcionários, para almoçar em nossa casa fez uma observação pra eu presta atenção que o convidado tinha algo muito especial. Não me surpreendi, pois o Jota vivia fazendo isso, levando seus empregados pra almoçar em casa. Como iríamos ao shopping depois do almoço, adiantei e tomei um banho passei creminho no corpo todo me perfumei, coloquei uma calcinha branca fio dental um tubinho preto justinho que fazia conjuntinho com um par de sandália salto alto também pretos e aguardei a chegada de ambos. Na hora combinada meu marido chegou junto com seu funcionário. Claudinho era um dos garotos de rua que meu marido empregara no mercadinho. Claudinho era um pretinho alto e muito magrinho, parecendo uma vara de bambu devia ter uns 16 pra 17a. Vestia uma camisetinha branca surrada, chinelos havaianas e um shortinho larguinho de pano também branquinho, quando olhei me perguntei: O que teria de especial aquele negrinho magrelo? Em nada chamaria a minha atenção, entretanto, meus olhos fixaram-se no meio das coxas do garoto, pois pela falta de cueca podia percebar o volume blançando solto no short..não...não podia ser isso! eu devia estar enganada...um gatoro magrinho daquele não podia ter uma pau daquele tamanho, eu devia ta imaginando coisa, ou era isso que ele tinha de especial?... Jota sentou a mesa e convidou Claudinho para sentar ao lado dele, enquanto eu iria colocar a comida. Fui para a cozinha com a cabeça intrigada, e sem esperar, senti um umedecimento entre as minhas coxas a xotinha tava me traindo. Esperei um pouco, me recompus, e voltei à sala, tomando assento. enquanto comíamos, Jota e Claudinho conversavam sobre o trabalho. Eu não conseguia pensar em outra coisa que não o que eu tinha visto junto à coxa do garoto! e o pior... quando as coisas tem que acontecer...acontecem mesmo! Tínhamos uma gatinha linda que sempre bebia seu leitinho debaixo da mesa, e sempre enquanto fazíamos nossas refeições. Era tão mimada que só alimentava-se na companhia de um de nós dois, observando-a. a gatinha começou a miar incessantemente e Jota, desejoso de terminar a conversa, pediu pra eu acompanhá-la: querida, pode fazer o favor de cuidar da gatinha? só pra eu dar atenção para o Claudinho...na janta fica sendo minha vez, deu uma piscadinha safada pra mim. Ricardo inclusive começou a explicar ao Claudinho a mania mimada da gata. Minha curiosidade chegaria ao fim! mais que depressa fui para baixo da mesa. Tínhamos uma mesa alta e larga, quadrada, para seis pessoas com a toelha caindo até perto do chão. Como éramos apenas eu e o Jota, colocávamos apenas quatro cadeiras para ficar bastante espaçosa. Ajoelhei-me debaixo da mesa, e enquanto a gatinha começava a beber o leite no pratinho, olhei para as pernas do Claudinho. Fiquei estarrecida! sentado, naturalmente, seu short havia subido pro alto das coxas, ficando quase que juntinho da própria cintura. Pela abertura da perna esquerda do short saia a metade da piroca preta com a cabeça roxa de quase um palmo de tamanho! Apesar de mole, já era quase da grossura de um rolinho de papel higiênico. E isso era só o começo. Pela abertura direita do short dava pra vê um saco preto com duas bolas enormes! por entre a pirocona e as bolas, apenas o fio branquinho da divisória do short. Amava meu marido de todo o coração, mas mulher nenhuma resistiria àquela visão! Minha buceta encharcou na hora, palpitando de desejo imaginando as dimensões daquela rola quando estivesse totalmente dura. Mole já era do tamanho do pau do Ricardo. Não sei como tomei coragem, mas quando me dei conta, já estava com o rosto pertinho daquela vara vagarosamente, juntei meus lábios grossos naquele cogumelo roxo. Senti o corpo do Claudinho tremer todo devido a surpresa, mas não tirei os lábios da piroca. Ricardo deve ter visto a reação de Claudinho, pois perguntou se estava tudo bem com ele. Claudinho falou que sim, que de vez em quando tinha uns tremores, mas que era normal e já estava tudo bem. Esperei um pouquinho para Claudinho entender o que estava acontecendo...e não precisei demorar muito ele abriu as pernas facilitando meu trabalho. Senti o pau dele inchar rapidamente na minha boca tomando uma grossura assustadora. Sem sair do lugar, senti minha boca ficar totalmente escancarada pelo diâmetro daquele pênis preto, e percebi quando a glande roxa bateu no fundo da minha garganta. Parecia um braço dentro da minha boca! Mas eu não podia perder tempo. A gatinha já estava quase terminando seu pratinho e eu comecei a sugar com força o tronco preto com cheiro forte de urina, aquilo em vez de me da mojo me deu foi mais tesão sentia minha bucetinha latejar melando a calcinha. Engolia a piroca até onde minha garganta permitia, movimentando a cabeça num frenético vai-e-vém. eu podia sentir as veias do pênis pulsando no céu da minha boca de tanto tesão. Tirei o pau da boca, e fui para as bolas que saíam pela outra abertura do short. Tentei engolir as duas, mas eram muito grandes. Então enfiei apenas uma das bolas inchadas na boca. Que delícia! eram do tamanho de um ovo jumbo! suguei cada uma delas com vontade, dominada pelo tesão do proibido. Chupava uma, depois outra, e finalmente lambia o saco por entre as bolas. A piroca do garoto pulsava de prazer, quase que batendo em sua barriga. a gatinha já havia terminado seu pratinho de leite. Dominada pelo tesão, resolvi fazer uma loucura! Com uma das bolas de Claudinho ainda dentro da boca, com uma mão comecei a punhetar vigorosamente o pênis colosal, enquanto com a outra segurava o potinho de leite da gatinha na direção da pica. coitado...nem imagino o esforço que o pobre garotinho devia estar fazendo pra se controlar lá em cima, na frente do Ricardo ah eu daria tudo pra vê a cara dele nesse instante. E como eu previa, Claudinho não agüentou muito tempo. Os jatos de porra grossa atingiram com violência o potinho, misturando-se ao restinho de leite da gatinha. Claudinho ejaculou quase cinco esguichos, todos bem fartos, quando finalmente senti seu pau amolecer levemente em minha mão. Forcei a pele da piroca da base até a cabeça da pica, fazendo surgir uma gota grossa na ponta da glande roxa. Suguei com vigor, sentindo aquele gosto salgadinho de porra. Minha loucura não havia nem começado. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo mesma! Saí de baixo da mesa com o resto em brasa e tremula sentei novamente ao lado do meu marido. Marcos olhou pro potinho e disse: amor, a gatinha não quis tomar todo leitinho? Era o que eu estava esperando. Virei todo o potinho no copo vazio a minha frente e falei pro meu marido: pois é, querido...não sei o que houve. mas, se ela não quer, eu bem que estou precisando...melhor tomar que jogar fora. comecei a sorver cada gota de porra misturada com leite dentro do copo. Vi os olhos safados do Claudinho brilhando, desconfiado do que estava acontecendo. Meu marido reclamou, dizendo que não era higiênico fazer aquilo, mesmo sendo nossa gatinha muito bem tratada, mas nem desconfiou que a esposa dele havia bebido todo esperma do pretinho ou será que ele sabia? Acho que ali só o garoto não desconfiava que tinha sido leva pra comer e ser comido. O efeito que eu desejava concretizou-se. Por baixo da mesa, retirei uma sandalia e fui com a perna esticada até o interior das coxas de Claudinho. Não me decepcionei. Senti com a ponta dos dedos que o godizilla preto já estava novamente duro como um poste de concreto! Apenas pisquei para Claudinho e calcei novamente o saltinho. Levantei e comecei a juntar os pratos, e falei pro Marcos: querido, é melhor você apressar-se e tomar logo seu banho. Você prometeu que iríamos fazer compras agora à tarde. Vou tirando a mesa enquanto você toma banho, amor. Eu sabia que Jota adorava tomar banho. Costumava demorar debaixo d?água. Marcos levou Claudinho pra sala e colocou um dvd de música. Enquanto eu lavava rapidamente a louça, ouvi quando Jota disse que Claudinho podia ficar assistindo o musical até a hora de sairmos, quando pegaria uma carona pra casa. Passaram-se alguns segundos de silêncio e ouvi o trinco da porta do banheiro travando. Alguns segundos depois, o barulho da ducha forte caindo. Enquanto lavava o último prato, meu corpo tremia de excitação, sem saber o que deveria exatamente fazer! Foi quando ouvi um barulho na porta da cozinha. olhei pra trás e vi Claudinho, com o shorte arriado até o joelho, com a pirocona preta ereta. Magrinho, seu pau parecia uma terceira perna, apontando na direção da minha bunda. Fiquei imóvel e supreendida pela ousadia do garoto, sem saber o que fazer. Embaixo da mesa, não tive que olhar nos olhos de ninguém. Ali, fiquei imobilizada de vergonha. Claudinho veio até mim. seu pau chegou primeiro, pressionando o tecido do meu vestido de tubinho pra dentro das minhas nádegas. Suas mãos levantaram meu vestido justinho até a cintura, mostrando minha bundinha branca e empinada com a tanguinha enfiada no rego. Por reflexo, abri ligeiramente minhas pernas e dobrei levemente os joelhos apoiando as mãos nas bordas da pia. Claudinho então encostou seu corpo magro em minhas costas e eu senti aquele tronco preto por entre as coxas. Minha buceta respingava de tesão! A piroca de Claudinho, de tão grande, passava por entre minhas coxas e saía na frente da minha xereca. Como uma louca, ainda de costas pra ele, agarrei a cabeça da rola com as duas mãos e comecei a esfregar a xereca por cima do pau dele. Minha bunda batia em sua barriga e voltava, esfregando cada centímetro do pau roxo, que já pingava o caldo gozado que saía da minha vagina. Eu não podia esperar mais! Já com a parte de baixo do meu vestidinho erguida acima do quadril, virei de frente pra ele e abaixei a parte de cima do meu tubinho até a cintura, transformando meu vestidinho em um cinto, e retirando a calcinha branca fio dental ficando totalmente pelada, só de saltinho alto. Meus seios fartos e rosados pularam na cara do pretinho, fazendo seus olhos gulosos brilharem de satisfação. Acho que ele nunca havia visto seios tão fartos e cheirosos como os meus ou qualquer outro par de seios assim diante dos seus olhos. Agarrou um dos meus peitões com as duas mãos e começou a mamar sofregamente, sugando meu mamilo pontudo e duro. Eu gemia de prazer, sem conseguir me controlar! Claudinho sugava com força cada um dos meus seios, como se fosse a única chance de trepar com alguém no mundo. Mas eu queria mais! estava totalmente emputecida de prazer! Já não ligava mais para não fazer barulho. Queria era gozar de forma avassaladora! sentei em cima da pia da cozinha e escancarei as coxas: vem seu filho da puta! agora é sua vez de chupar esta buceta molhada, pretinho safado! arranca gozo desta piranha, me chupa até gozar! Claudinho caiu de cara na minha xereca rosa e começou a chupar com força minha xoxota, com as duas mãos abriu os lábios dela expondo o grelo rosado, que tomou inteiro na boca me levando ao delirio. Eu gemia forte, sentindo a língua grossa daquele pretinho fudendo minha buceta com violência. Cruzei as coxas em volta de sua cabeça e fodi com força a cara dele com minha buceta encharcada. fodi umas cinco vezes a cara dele e gozei puxando os cabelos pixain e espirrando jatos fortes! A cara do Claudinho ficou totalmente melada, com gozo pingando pelo nariz , boca e queixo. Meu corpo ficou mole e caí desfalecida encima da pia. Nunca tinha gozado tão forte em toda minha vida. Esperei alguns segundos para me recuperar. O barulho da ducha no banheiro ainda continuava, mostrando que meu inocente maridinho nada havia percebido se bem que no fundo ela sabia que eu ai foder com aquele neguinho tenho absoluta certeza que ele o levou pensando nisso. Claudinho enxugava o rosto na toalha de mesa. Olhei para sua piroca. Havia quase que dobrado de grossura e tamanho depois do meu gozo em sua cara. não sabia se iria agüentar, mas tinha que saciar aquele pauzão preto. Mandei Claudinho deitar no tapete de crochê da cozinha e segurar a piroca apontando pro alto. Com as mãos segurando meus seios fartos, me coloquei por cima dele e fui agachando de cócoras lentamente. Eu podia ver os olhos do garoto brilhando de excitação, vendo minha bucetinha rosa abrir lentamente, enquanto me agachava, com meus pentelhinhos loiros desalinhados por cima da xereca. Não precisei agachar muito pra sentir a ponta do pau encostar na buceta. por alguns segundos, fiquei dando beijinhos na glande roxa com minha xerequinha molhada, levando Claudinho à loucura do prazer. Então, de uma só vez, vagarosamente, mas sem parar, fui abaixando e atolando todo aquele mostro grosso dentro de mim. Fui literalmente arrombada. Quando sentei totalmente naquele caralho, senti as bolas inchadas baterem nos lábios da minha buceta, e a cabeça do pau parecia que havia chegado até o meu útero! Estava louca de prazer novamente! comecei a rebolar freneticamente em cima da piroca, sentindo o pau grosso arregaçando totalmente minha buceta. eu gemia...chorava...totalmente puta! vem, neguinho! vem! fode esta bucetacetinha fode! arromba a xereca da sua puta! mete a pirocona na mulher daquele corno! vai, filho da puta! pirocudo! arromba a patroa, vai, fode a mulher do teu chefe, caralho! Claudinho, mesmo dominado pelo tesão, sentiu o volume exagerado da minha voz. madame...fala mais baixinho...por favor...o patrão tá no banheiro. por favor...fala mais baixinho, dona Vera. Mas eu não conseguia mais me controlar. Havia liberado totalmente a piranha que existia dentro de mim! foda-se ele, tesão! aquele corno merece, porra! vai, não pára, arromba a minha buceta toda! atola a piroca, atola, safado! Claudinho não agüentava mais a minha coça de buceta e começou a implorar: caralho dona Vera...pára senão eu vou gozar...acho que vou gozar... meu tesão só aumentou! Comecei a rebolar mais rápido ainda, arrastando toda a xereca na pélvis do garoto, até que senti sua piroca inchar e explodir dentro da minha buceta. A porra era tanta que enquanto eu continuava rebolando, o esperma escorria por entre minhas coxas misturando-se aos pentelhos crespos de Claudinho. Aquilo tudo me levou ao auge do tesão. Era minha vez novamente! Claudinho já estava todo mole no chão, totalmente exausto, mas sua piroca gorda ainda estava semi-rígida dentro da minha buceta gozada. Pedi pro pobrezinho arreganhar bem as bandas da minha bunda macia, pra sentir bem o pau todo atolado na minha buceta escancarada, e comecei a subir e descer com violência, cada vez aumentando mais a velocidade. O barulho do chuveiro no banheiro já havia parado há alguns minutos e eu já sabia o que ia acontecer. Meu corpo todo tremia delirando de prazer...e eu segurando...segurando...até que Jota apareceu na porta da cozinha só de toalha. Seus olhos ficaram arregalados com a cena. Sua esposinha querida, de cócoras, peladinha, com a buceta escancarada, fudendo com força o caralhão preto do seu funcionário. Meus olhos, quase que totalmente cerrados de prazer, mostravam ao Jota o quanto eu estava gostando daquela pica. Juntei minhas últimas forças e ainda consegui balbuciar: esta gozadinha é pra você, corninho... aaah... aaaahh...aaaaaaaahhh...aaaaaaaaaaaaahhhh! Arremeti a buceta com força no caralho preto e gozei com violência! Atolei a piroca na xereca mais umas cinco vezes e caí desfalecida ao lado de Claudinho. Meu marido com um sorriso sacana nos lábios se retirou sem que o negrinho o visse já que ele tava de costas pra porta, o Claudinho com o pau ainda inchado e brilhando pelo suco do meu goze e sua porra foi até a sala, colocou sua roupinha, pediu desculpas e saiu de nossa casa sem se despedir do Jota. Eu continuei caída, com a buceta escancarada, com o caldo do meu gozo misturado com o do garoto escorrendo pelas coxas e sujando todo o chão da cozinha,o corninho veio e passou a mão na buceta, enfio o dedo ne fenda melada dizendo nossa tua buceta ta toda arrombada, você deve te gozado muito na pica do neguinho heim sua vadia. A noite quando o Jota meteu o pênis eu sentia a folga que ficava na buceta, lembrava do cacetão de Claudinho, o que fazia com que eu fechasse os olhos, começasse a rebolar mais rápido e gozar com intensidade. Acho que meu marido sabia que estava acontecendo que eu tava gozando imaginando espetada no pauzão preto do negrinho, assim conversamos, e conbinamos que iria manda o negrinho entregar umas coisas em casa toda tarde pra eu esperasse ele só de camizolinha já sem calcinha mas com uma condição: De medir e tirar umas foto do pau dele plenamente duro e conta toda a foda com todos os detales pra ele a noite de tudo que fiz, de como mamei de como dei de quatro como uma putinha se bati com o pau na cara , cheguei a gravar meus urros de tesão e gozo na pica preta no celular pra ele ouvi a noite Mas ai já é uma outro história de como passei a foder toda tarde com o negrinho com o consentimento do meu doce corninho só não dei o cuzinho pra ele pois seu pau era muito grosso pra mim entre outros prazeres que tive com ele o de descobrir que fui eu quem disvirginei aquele negrinho pauzudo foi sem duvida uma grande satisfação.
Mas o garoto nem imaginava que o patrão dele sabia de tudo, que era colivente com aquela putaria, e assim me satisfiz por meses com aquele pauzão colosal, até que meu marido resolveu vendar o mercadinho e partir pra outra atividade empresarial mudamos de endereço e nunca mais vi aquele negrinho gostoso e pauzudo ah que saudade daquele pau....
Mas o garoto nem imaginava que o patrão dele sabia de tudo, que era colivente com aquela putaria, e assim me satisfiz por meses com aquele pauzão colosal, até que meu marido resolveu vendar o mercadinho e partir pra outra atividade empresarial mudamos de endereço e nunca mais vi aquele negrinho gostoso e pauzudo ah que saudade daquele pau....
Dei minha boceta para o mecânico
Oi gente, meu nome é Camilinha,sou morena e tenho 24 anos. Antes de mais nada o que vou narrar pra vcs não é uma historia inventada, fictícia, só é algo simples, porem verdadeiro, q é isso que importa. Bom , é o seguinte, sempre tive tara por mecanicos sujos, e tem um na minha rua que só por Deus, de tão gostoso e lindo, um moreno alto com cara de safado que toda vez que passo ele fica me comendo com os olhos. Aquele olhar dele ja me deixa com tesão. Toda vez que passava pra ir a academia de calça bem colada no corpo , marcando bem a bunda e principalmente minha enorme buceta, ele fica me olhando. Que por ser tão grande e inchada , toda vez que coloco uma calça colada fica aquele inchaço na frente fazendo uma leve repartição entre os labios, e como deixo ela sempre bem lisinha e aparadinha , da pra ver direitinho a divisão atraves da calça.Enfim,toda vez que passava na frente do serviço dele, não saia nada além de elogios...só ficava nisso, mal ele sabia que tudo que mais queria nessa vida era dar muito a buceta pra ele, que já não aguentava mais de tanto tesão.Um certo dia,escrevi meu tel num papel e meu nome , e passei pelo carro dele estacionada perto de casa e coloquei dentro do carro, atraves da porta. Passou 30 min. ele ligou meio já sabendo quem era, pois os olhares não negavam. Dai eu disse q era a garota q ele mexia todo dia, e disse q queria conhece-lo. Ele topou na mesma hora e disse q tinha um probleminha, mas a essa altura pra mim já não havia nada que poderia atrapalhar.Perguntei o q era, e ele disse que era casado. Hahahaa, Eu não queria casar com ele e sim dar minha buceta, falei que não tinha problema e marcamos perto de casa. Bom , fui pra casa, tomei um banho gostoso, e não parava de pensar nesse momento que eu esperava por tantos meses. Tava morrendo de tesão, coloquei uma calcinha branca bem atolada no rabo, que por sinal ja tava meladinha na frente, dei uma limpadinha, coloquei uma calça jeans bem justa e uma blusinha de alcinha , sem sutia, pra deixar meu seios a mostra, meu corpo já não escondia os sinais do meu desejo, pela blusinha podia ver meus biquinhos durinhos apontando pra frente, tenho os seios médios, nem grandões, e nem pequenos, acho q no tamanho ideal pra dar uma bela chupada neles.Chegou o momento e fui.Entrei no carro e sem sair do lugar mesmo nós começamos a conversar. Por ser todo escuro o carro, nós ficamos tranquilos, e tava num lugar de pouco movimento.Conversa vai , conversa vem, falei pra ele que meu maior desejo era transar com ele, ele ficou sem graça e nos beijamos loucamente, fazia tempos q não dava aquele beijo gostoso de lingua. Fiquei muito mais excitada do que já estava antes.Ele passou a mão por cima da minha blusinha e apertou meus seios, e começou a massagea-los com força, por cima da blusa, nesse momento eu segurei aquele pauzão que já estava explodinho pra fora da calça de tão duro, eu sentia ele latejar na minha mão, fiz movimentos de sobe e desce com a mão, mas a calça jeans não permitia direito.Foi ai q eu abri o ziper, e vi aquela cabecinha moreninha saindo pelo ladinho da cueca toda babada. Passei a lingua na cabecinha, só na cabecinha, foi ai que engoli aquele mastro todo, chupei bastante , suguei com força, mamei com toda vontade do mundo aquele pauzão moreno grosso cheio de veias, ele tava latejando na minha boca...q delicia....tirei a blusa e chupou meus seios com vontade, tirei a calça , ele botou minha calcinha de ladinho e passou a lingua no meu grelinho, de leve, depois com moimentos rapidos, ele chupava e chupava minha buceta, e eu rebolava na cara dele, pois já estava quase gozando...mas não queria gozar rapido assim, eu falei ''me come, mete essa pica na minha buceta logo'', foi ai que eu abri bem as minha pernas e ele veio com aquele mastro latejando e enfiou na minha buceta. Meteu, meteu com força, sem dó , eu gemia e gritava feito uma cadela no cio....trocamos de posição e sentei no colo dele , rebolando bem gostoso na pica, rebolava enquanto meus seios pulavam, e ele beliscava meus biquinhos, pulei sem dó naquela pica, sentia ele rasgando minha bucetona gorda, não aguentei mais e anunciei que iria gozar, eu gemia muito , e minhas pernas ficaram bambas ...ele me botou de quatro, e começou a lamber meu cuzinho que tava piscando pra ele, chupou bastante e enfiou um dedo, depois 2, qdo vi , já tava metendo a rola dele sem dó, ele não teve dó mesmo , pois eu pedia pra socar com força mesmo....ele bombava demais, os gemidos dele me deixavam louca...foi ai que ele falou que iria gozar no meu cuzinho, eu disse pra ele q ele iria gozar na minha boca , tava louca pra provar aquele delicioso leitinho quente...E ele gozou , segurou minha cara pra eu não tirar o rosto, e encheu a minha boca de leitinho....Cuspi em cima do pau dele aquela porra toda...Por fim terminamos e fomos embora...E eu aqui to quase gozando já...rs...Bom gente, depois desse dia nos encontramos novamente, só que num motel...Mas ai conto outro dia, espero que tenham gostado, pois o que disse foi real....Bjs e espero comentarios...
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Dando Por acaso
Eu iria passar uma semana no nosso sítio, descansar um pouco da rotina da grande cidade e me preparar para a volta às aulas após as férias do meio do ano. Ficaria sozinha, pois minha mãe não conseguiu coincidir suas férias. No sítio vivia apenas o caseiro com sua esposa e filho adolescente, mas não se preocupem, o que vou narrar não tem nada haver com essa família.
Era sexta-feira quando liguei na cidade mais próxima (que fica a pouco mais de vinte minutos do sítio) pedindo o atendimento de um técnico em antenas parabólicas. A firma enviou um rapaz, e, ele chegou no horário combinado, incrivelmente no horário preestabelecido pela empresa. E esse horário foi ao meio-dia.
Por volta das duas ele terminou o serviço. Deixei-o à vontade na casa, ele subiu ao telhado, ajustou a antena, sintonizou o receptor e foi ao terraço para receber pelo serviço.
Eu não fazia ideia de o que iria acontecer, estava sentada numa cadeira de balanço, lendo o romance de Arthur Golden - Memórias de Uma Gueixa, fascinante por sinal.
Eu estava de short curto, largo e de pernas cruzadas, acho que o rapaz viu algum detalhe de minha bundinha devido o cruzar das pernas e se excitou, pois, logo vi o volume crescer em sua calça jeans. Reparei de soslaio no meu decote, nada provocante, comum: uma blusa de malha. Eu não usava sutiã, mas meus seios estavam normais, nada de biquinho retesado ou qualquer anormalidade capaz de provocar ao rapaz a inesperada ereção. Então percebi que pela cruzada de pernas seria possível ver a minha minúscula calcinha vermelha e parte da minha nádega.
Não liguei pra ereção do rapaz, o acompanhei e logo parei diante do televisor para conferir o trabalho prestado. Serviço de primeira, perfeito. Perguntei-lhe quanto me custara e ele emitiu a nota. Eu o pedi que aguardasse e fui providenciar o dinheiro. Após pagá-lo, ofereci-lhe um café. Ele aceitou. Convidei-o à cozinha e lhe servi uma xícara.
— É café de garapa! — disse-lhe. — Adoro fazer café com garapa.
Ele sorriu e disse que estava bom e brincou:
— Já pode casar!
Até então eu não tinha pensado em nada erótico, nada que pudesse preceder uma transa ou qualquer coisa que inspirasse a isso, nem mesmo a ereção que presenciei minutos atrás. Retruquei, sem nenhuma intenção secundária:
— Se eu tivesse ao menos namorado, sua frase se encaixaria perfeitamente na minha vida.
Bobagem a minha. Ele investiu. Parecia que eu havia lhe dado uma brecha. Ele me fez elogios e confesso, me deixou sem rosca. Fiquei vermelha de constrangimento. E o assunto mudou, ficamos horas e horas conversando, falando de literatura, especialmente do livro Memórias de uma Gueixa. Em dado momento, sentei-me e cruzei as pernas, já estávamos na sala, papeando, o assunto ainda era o livro. Percebi que ele buscou a mesma visão de quando ele me abordara na cadeira de balanço. Então tive a certeza de que ele havia visto um detalhe excitante. De fato, meu short largo evidenciava a minha nádega e parecia ao olho alheio que eu estava sem calcinha, pois, era de fio-dental e com as pernas cruzadas, minha poupinha ficava à mostra. Ele excitou, novamente o seu pau estufou o pano da calça jeans. A situação me pegou de surpresa, excitei e os bicos dos meus peitos denunciaram o meu tesão. Do comentário do livro ele mudou para perguntas pessoais e quis saber sobre meu namorado. Eu disse que não tinha namorado e então folguei um pouco a cruzada de pernas, muito sutilmente, a fim de ele ver que eu estava de calcinha e não sem ela como a princípio podia supeitar-se. Ele correu uma olhadela no detalhe que eu lhe exibia e depois desviou o olhar para os meus seios. De onde eu estava, via-me através do reflexo do vitral entre a sala de estar e a sala de jantar. Percebi naquele reflexo que ele via exatamente o que eu desejava lhe mostrar naquele momento. Mas ele não foi afoito, embora seus olhos denunciassem que ele desejava saltar-se de onde estava e me devorar por inteira. Ao invés disso, ele ajeitou discretamente o pau e cruzou as pernas para me esconder a ereção. Continuamos a falar sobre coisas pessoais. Queixei-me do antigo namorado, um traidor. Era mentira, mas isso me deixaria em posição inferior, digna de receber os cuidados daquele macho no cio. Descruzei as pernas. Ele me disse palavras consoladoras. Um roteiro de argumentos os quais eu já tinha ouvido várias vezes. Mas estiquei o assunto, me excitava, na verdade, o jeito de ele me olhar gerava um pensamento erótico e absolutamente sedutor, pois, eu imaginava que ele pensava em me consolar, me dar prazer e sair dali com a certeza de que tivera um dia muito bom. E eu queria providenciar esse bom dia para ele. Estava muito disposta a isso e então cruzei a outra perna, e, num gesto teatralmente inusitado deslizei a panturrilha no joelho em que apoiava e cocei o calcanhar. Isso provocou uma maior visibilidade da minha calcinha. Como se não bastasse isso, curvei-me para analisar o calcanhar.
— Acho que estou alimentando um bicho-de-pé — comentei.
— Bicho de pé?! — indagou ele enrugando a testa.
— Não acredita? — cutuquei uma área do calcanhar a fim de causar um pequeno hematoma.
Ele se levantou e dispôs a ver o bicho de perto. Naquela hora eu já lhe preparava outro bicho para lhe mostrar. Ele se aproximou e se ajoelhou pra ver o meu calcanhar. Olhou-o por instantes e correu os olhos por dentro da perna do short, demorando um pouquinho, o suficiente para apreciar a renda da minha calcinha.
— Não. Não é bicho-de-pé. Talvez tenha sido uma picada de pernilongo... — comentou ele mal podendo esconder-me o tesão. Seu pau estava realmente estufando as calças.
Eu mantive naquela posição e curvei-me ainda mais para verificar o hematoma e conclui que ele estava com a razão.
— É. Talvez seja mesmo uma picada... — murmurei. Lembrei-me de que havia sido mordida nas costas por um inseto quando tomava sol naquela manhã. Havia uma pequena mancha nas minhas costas, logo abaixo da cintura, na altura de minha bundinha, no lado esquerdo da nádega. — Talvez, não! É mesmo picada de inseto. Agora me lembro. Eu fui ataca por alguns maldito quando tomava banho de sol nesta manhã. — disse-lhe e virei-me para trás pra verificar a marca.
Ele passou para o outro lado e foi conferir. Eu descruzei as pernas, levantei a minha blusa alguns centímetros com uma mão e com a outra abaixei também um pouquinho o short para que ele pudesse ver a marca do ataque. Ele constatou que teria sido de fato o ataque do inseto e por consequência viu o fio da minha calcinha e esperto, como era de esperar, disse-me que havia uma outra mancha mais abaixo. Desci o short um tantinho mais e disse que não conseguia ver. Ele insistiu que tinha mesmo outra marca de picada e sugeriu que eu devesse passar álcool ou algum anti-séptico. Eu disse que não gosto de mexer com álcool e que quase incendiei a casa certa vez. Antes que eu completasse a justificativa ele se dispôs a fazer isso por mim.
Fui ao quarto e peguei o vidro de álcool e o trouxe pra ele, que me pediu para deitar-me debruço no sofá e abaixar um pouquinho o short. Assim o fiz. Deitei-me de bundinha empinada e abaixei um pouco o short, quase descobrindo a minha bundinha pela metade, mais que o suficiente para revelar o tal hematoma. Mas eu sabia que esse outro hematoma não existia.
Eu senti a respiração dele mudar quando ele deu de cara com meu fio-dental. Ele controlou-se, encharcou a mão e molhou a minha bundinha, esfregando cuidadosamente como se cuidasse do referido hematoma. E para minha surpresa, ele viu outro hematoma, mais abaixo e indagou se podia passar álcool nele. Eu autorizei. Ele mesmo abaixou o meu short deixando minha bundinha inteirinha à mostra e colocou levemente o dedo onde supostamente estaria a outra marca da picada. Era bem próxima do meu cuzinho.
— Poxa! O safado do inseto queria me comer inteira! — retruquei, fingindo-se brava.
— Ele devia ser macho! — emendou ele numa cantada explícita e retrucou. — Nenhum macho resistiria a essa maravilha... — e riu.
Eu não estiquei comentário, apenas disse-lhe para passar o álcool. Ele molhou a mão e passou, massageou um pouquinho o lugar, mas o álcool escorreu no meu rego e desceu molhando a calcinha. Empinei o bumbum e disse:
— Porra! Cê encheu o meu cuzinho de álcool!
— Desculpa! Eu...
— Olha só! Até a minha calcinha levou a pior! — disse isso já levando a minha mão a fim de afastar a calcinha da minha xaninha e finalizei: — Tá ardendo o meu rabo e a minha bucetinha... — e puxei a calcinha, desnundando a bucetinha.
Virei-me pra ele enquanto mantinha a minha calcinha afastada e dizia que continuava a arder o meu rabo e minha xaninha. Ele olhava como quem queria meter a língua ali e se embebedar de álcool e caldinho de buceta.
— Faça alguma coisa! Vai me deixar arder?! — indaguei, fingindo nervosa.
Ele se manteve petrificado; não esperava que eu fosse puxar a calcinha e revelar a xaninha raspada (a essa altura molhada de tesão). Visto que ele agonizava entre a visão do meu rabo e a pulsação de seu pau em chamas, decidi eu mesmo tirar a calcinha e empinei a bunda, abrindo minha xaninha na cara dele.
— Sopra! Tá ardendo muito, seu porra! — esbravejei.
Ele o fez instintivamente, começou a soprar o meu cuzinho e a minha xaninha.
— Corra! Pegue um copo com água e lave isso aí!... Anda, cara!...
Ele também o fez numa rapidez incrível. Correu, pegou um copo d’água e retornou, jogou vagarosamente a água no meu rego e acompanhava o escorrer dela com as pontas dos dedos como se lavasse o local que ardia. Mal sabia ele que eu me ardia de tesão. Ele jogou água entre os meu lábios vaginais e passou o dedo. Eu me abri um pouco mais e disse-lhe:
— Meu Deus!... Não para! Isso me deixou louca... Continuei lavando a minha xaninha... Não para!
Ele foi obediente e já sabia que eu queria ser penetrada por aquele pau que relutava emocionado dentro das calças. E quando ele acabou de lavar, continuou me alisando, acariciando o clitóris e os lábios vaginais... Abri-me toda e ordenei:
— Enfia o pau!... Me come gostoso!
Ele se despiu, veio com o pau na direção da minha boca e pediu que o molhasse um pouquinho. Dei uma chupada, algumas boas lambidas e me posicionei melhor, de quatro, pra ser enrabada. Ele deslizou o pau entre meus lábios vaginais e forçou a cabecinha de leve, empurrando ininterruptamente até eu sentir as bolas acariciarem o meu grelo. Ele se agarrou à minha cintura e mexeu atrás de mim, num vai-e-vem muito gostoso, enfiado tudo e tirando quase tudo, me deixando enlouquecida... Comecei a rebolar freneticamente e quando anunciei que ia gozar, ele enterrou tudo, com certa força e me fez urrar de prazer. Eu tremi enquanto gozava, tendo espasmos incríveis e ele me comprimiu firme contra sua virilha e não se aguentou, gozou, ejaculando várias esguichadas dentro da minha xaninha e desmontou-se sobre mim por instantes... manteve-se assim por alguns instantes enquanto movia-se suavemente, a fim de manter a ereção... Assim que conseguiu enrijecer o pau novamente, ele deu seqüência ao que chamei de estrepada, pois, o ritmo era frenético e louco, muito rápido, e numa dessas saídas rápidas, daquelas de estalar como o estouro de champanha, ele regressou, acertando em cheio o meu cuzinho e me enterrado a pica inteira numa só estocada. Urrei e gozei ao mesmo tempo e continuei a ter um orgasmo atrás do outro até que ele aumentou a respiração e disse que ia gozar. Quando o seu pau começou a latejar antecipando outra golfada de porra, ele tirou e veio pra esporrar nos meus peitos. Recebi outras golfadas de porra e quando dominado pelo espasmo e se masturbava para retirar a ultima gotinha de porra, eu abocanhei a cabeça melada e suguei com vontade, produzindo um urro leonino naquele rapaz que suspirava de prazer. Ao que o pau enfraqueceu, ele sentou-se ao meu lado. Eu tombei no ombro dele e o encarei risonha. Ele retribuiu o riso e disse murmurante:
— Por essa eu juro que eu não esperava...
— Nem eu — disse por fim e o beijei agradecida.
Beijos, Emanuela.
LEIA: Rasgada Pelo Vizinho e Meu Dia de Puta.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
GRATA SURPRESA
Um dia resolvi ler os contos com minha esposa. E um em especial chamou-nos atenção. Parecia um relato.
Eu e minha mulher, que chamarei de Carla, somos um casal - eu com 32 e ela com 29 anos. Somos profissionais da area de saúde. Tenho o corpo em dia, pênis de bom tamanho e bem grossinho, arrancando sempre suspiros e minha mulher, modéstia de lado, é um avião. Loura, morena de pele, depilação sempre em dia com o laser, cheirosa, cuidada, linda. Não tenho a menor vocação para corno ou submisso. E por isto um conto nos saltou aos olhos. Um especialmente. Parecia um relato muito louco de um casal.
Depois do relato do casal, nós ficamos a vontade para tentar fazer nosso primeiro menage. Já havíamos tentado duas vezes, mas na Hora H, desistimos. E foi mais uma vez e nada.
Minha mulher teve a idéia de contatarmos o casal que havia escrito. Deu um trabalho, mas publica mensagem daqui, escreve ali, pede ajuda a um amigo e em menos de uma semana já estávamos falando por e-mail com o casal e em seguida por telefone.
Falamos com os dois. E marcamos um suco numa loja de sucos no Leblon. Sou paulistano que se apaixonou pelo Rio. O papo com o casal foi fantástico. Parecia que éramos amigos de longa data. Marcamos para fazer algo no domingo. Fomos a praia e depois, muita conversa e fizemos algo novo. Fomos para um motel e transamos juntos. Sem trocas de esposas, mas num clima divertido. As meninas se divertiram, meteram a mão no pau alheio, mas não houve penetração que não fosse com as respectivas esposas. E foi muito legal.
Depois da transa, e passado o efeito do sol e da champanhe, Carla comentou com sua nova amiga sobre um dos contos que eles publicaram. Ela falava de um menage com um cara com um pau com mais de 25 cm.
Eu falei :
-Ah, que isto não existe.Pau de mais de 25 cm!
E para minha surpresa, os dois confirmaram que existia e que ele era amigo deles. Que agora não saía com tanta frequência, estava casadão, mas que ele tinha um pênis de fazer inveja em qualquer ator pornô. E para completar, a Dama de Ouros(apelido que ficou para nossa amiga) ainda fala que o cara é gato.
Num misto de curiosidade e invasão, eles nos mostram o filme que fizeram com o cara. Não apareciam rostos, mas era ela subindo no pau dele. O pau do cara realmente era descomunal. E depois, ainda no telefone, tecnologia 3G, entramos no facebook e vimos o cara. Minha mulher deu uma babada. Fiquei meio puto e enciumado na hora. Mas como não queria estragar o clima, fingi não me preocupar.
Dia seguinte, em casa, fui entrar no facebook e vi que a página do cara - o caralhudo, tinha sido vista. Perguntei na hora para Carla. Ela não mentiu e falou que foi ver as fotos dele. Ver se ele tinha algum amigo em comum, para onde ele tinha viajado, o que ele fazia. Não gostei. Mas ela foi sincera.
Perguntei achando que ouviria um claro que não,se ela tava querendo transar com ele.
Ela respondeu:
- Sim.
Na hora fiquei muito puto. Mas me controlei. Somos fiel um ao outro. Nunca nos chiframos desde que estamos juntos. Temos confiança e transparência.
Pensei se ela sempre topou fazer tudo o que eu pedia, inclusive em 2 dos 3 menages, não rolaram por mim e apenas um foi por ela, eu falei que topava se a gente falasse com ele, mas levasse uma prostituta junto. Achei que ficaria em vantagem tendo esposa, profissional paga e escolhida por mim e eu.
Conseguimos mandar mensagem para ele no facebook e ele respondeu, rindo. E dizendo que deveria lançar um serviço. O cara me deixou leve. Pois no conto/relato de nossos amigos não havia aquela coisa degradante do corno humilhado que sempre me encomoda nos contos de sexo grupal.
Carla falou que havia comentado com o casal amigo e a esposa havia dito que um pau descomunalmente grande, bem usado, provoca um gozo diferente nas mulheres. Que ela garantia isto. Que quem fala diferente é para defender quem não tem. E sinceramente, em toda minha vida, além desta cara, só ouvi um relato de alguém que fosse assim extra ajumentado.
Eu e Carla escolhemos a Garota de Programa que iria junto na nossa festinha. E ela era quase tão bonita quanto minha Carla. Quase. E no book da agência havia outras meninas muito bonitas. O nível da prostituição melhorou muito. Quando eu era mais novo 16-19 anos, estou com 32 anos, as prostitutas eram bem mais feias. Cachê da menina negociado. Data marcada. Expliquei como eu queria, contei para a Garota de Programa que minha mulher não teria coragem de fazer sexo oral em outra mulher e tudo explicadinho.
Aprontamos tudo. Passamos para pegar nosso novo grande amigo e fomos direto para um Motel em Botafogo. Pegamos um quarto simples e uma mega suíte.
Chegando lá, para quebrar o gelo, a Garota de Programa ligou a música e começou a fazer um strip tease. Nosso amigão, foi chegando nela direto. E ela correspondeu. Mas chamou eu e Carla para participarmos.
Aí veio minha supresa. Eu achava que minha mulher iria atacar a pica gigante. Mas como a pica gigante do nosso amigo estava guardada, ela atacou a xoxota da Garota de Programa. Enquanto ia se livrando das suas roupas. Nosso grande amigo jogando as roupas dele no chão e eu fazendo o mesmo.
Minha mulher ali, caindo de boca numa xoxota. Eu nunca pensei que rolaria isto.
Perguntei:
-Tá gostando?
E minha esposa:
-Muito. E continuou.
Não é vidagem ou homosexualismo. Não tem como não reparar na pica do cara. Além de enorme, é grossa.
A Garota de Programa, que está acostumada, ao olhar comentou :
-Você tem que fazer seguro para esta pica, ela vale ouro!!!!!!
-Nunca vi coisa igual.
Elogiou a minha dizendo que era bem grossa. E caiu de boca no nosso novo e enorme amigo.
Eu ia chupando minha mulher que falava que a xoxota dela tinha gosto bom.
Eu excitado demais, segurando gozo.
Nunca chupei minha mulher com tanta vontade. Sugava sua xoxota.
Demos uma organizada na festinha. Coloquei minha mulher de 4 e fui metendo nela. Enquanto ela chupava a GP(Garota de Programa) e a GP chupava o caralhudo. O caralho do cara é descomunal. Queria evitar que minha mulher desse para ele. Achei que iria estragar meu brinquedinho.
A GP gozou na boca de minha mulher. E se levantou. Eu continuava bombando minha mulher. E minha mulher foi deslizando e começou a chupar aquele mastro branco com uma cabeçorra vermelha. Desviei atenção, pois quase broxei. Mas ao ver minha mulher fascinada, punhetando a pica que a mão dela não fechava, continuei comendo.
E a GP voltou e veio por baixo e começou a chupar minha mulher enquanto em metia nela ainda de 4.
Gozei com a GP lambendo meu saco e a xoxota de minha esposinha, que mamava aquele mastro.
Me levantei.Não queria que o pau ficasse desfalecido ali do lado. E nem precisou. O pau já estava duro de novo.
A GP começou a fazer carinho e massagem na minha esposa e tomou o lugar dela na mamação do enorme amigo. E falou:
- O casal ali já gozou. Agora é nossa vez.
-Afinal, vc hoje é meu esposinho. Aliás esposão.
E todo rimos.
E começou um show de trepada na nossa frente.
Se eu tivesse filmado e colocasse na interenet, seria um dos melhores videos.
O cara tem o corpo legal. Cara de gringão. E uma pica que se eu vi igual em filme não era branca. A pica que chegava mais perto da dele é de um ator chamado Lex Steele. Repito que não sou ligado em tamanho e não tenho pau pequeno. Não tenho alma de corno, nem de viado. Nada errado em quem tem, mas não é meu caso.
Eu e minha mulher adorando nossa televisão em 3D vendo aquele casal ali fudendo na nossa frente. Ela se ajeitava e soltava gritinhos, de ui, ai, calma e ia curtindo a pica dele. Pediu um papai e mamãe e quando ele começou a meter forte soltou um urro que todo motel ouviu e praticamente desmaiou.
Pediu um tempinho e ficou ali deitada.
De todos o único que ainda não havia gozado, era ele. E vi que ele olhou para minha esposa. Tentei entretete-la, não queria bancar o bobão que não conseguiu curtir a brincadeira, mas quando vi, minha esposa me pediu para pegar camisinha. Notei que não tinha jeito. Ela não iria ficar só no sexo oral nele.
Entreguei as camisinhas. Dei um beijo na minha mulher e fui para a banheira com a GP. Demos um mergulho antes na piscina e fomos para a banheira.
A Gp me deu um banho de lingua maravilhoso. E meu pau estava duro como rocha. Preferi esquecer que minha esposa estava entrando numa rola gigantesca.
A GP comentou que a pica do cara tinha deixado ela esfoladinha. E me ofereceu o rabinho, que fui comendo e me deliciando. E falava para ela.
-A minha pica é boa ou não é?
- Ela falava, delícia. Perfeita. Grossinha.
Liguei a hidromassagem para não ouvir os berros de minha mulher. Ela é um pouco barulhenta. Mas ela não berrava. Urrava como eu nunca vi. Urrava de eu com v e musica ligada, porta fechada, ar condicionado e eu ainda ouvia o barulho dela urrando e berrando coisas desconexas. Tipo :
-me arromba.
-Fode que nem uma puta
E outras coisas que não é legal de ouvir.
A GP me falou que minha esposa chupa xoxota como uma profissional. E que ela gosta do esporte. Como me confidenciou que em toda sua vida profissional só tinha visto uma coisa daquele tamanho e era de um gringo que não falava inglês direito. E comentou que a pica do cara é para virar ator. Ela falou:
-Se o cara é seu amigo, assina um contrato para empresaria-lo.
-Manda uma foto dele para Brasileirinhas e outras produtoras. Vale uma grana aquela pica.
E insistiu:
-Sua mulher tem a melhor boca de beijar e de me chupar. Eu que teria que pagar por hoje.
Perdi a noção do tempo. Comi um cuzinho na hidromassagem. E voltei vi minha mulher deitadinha, encolhida, coberta e o cara vendo Tv com a perna em cima de minha esposa.
Depois perguntei para ela que me disse ter gozado maravilhosamente umas 4 vezes. E que havia gozado de esguichar. Coisa que nunca tinha acontecido.
-Meu amor, eu gozei que nem a gente vê na internet. Escorreu.
O nosso enorme amigo foi para o banheiro e trouxe a GP de cabelos molhados.
Quando vimos, eu achei que tinha passado uma uma hora e meia, mas já estávamos ali fazia 4 horas. A GP ligou e desmarcou os compromissos. Perguntei se ela estava esfolada. Ela comentou.
-Um pouquinho, mas ainda vou me esfolar mais. Amanhã não trabalho.
Não entendi, mas em seguida a vi subindo e dando para o enorme amigo.
E eles começaram mais um show particular.
Depois ela falou:
-Pica assim é bom. Mas não dá para ter todo dia. É como ir ao Parquinho. Se for todo dia não dá.
Minha mulher na cama falava.
-Foi uma delícia, mas agora chega de pica descomunal. A sua é perfeita. Pica descomunal é bom para a gente ver assim. Comendo as outras.
Perguntei se ela havia gostado. E ela falou baixinho no meu ouvido.
-Amei. Gozei. Mas te amo. Prefiro a sua. Se quiser uma pica assim, a gente compra um vibrador.
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